



Boa noite!
O nosso papel de educador nos dias de hoje vão além daqueles em que nos "espelhamos" quando estávamos nos bancos escolares. Professor em pé andando pela sala, todos os alunos dispostos uma carteira atrás da outra, geralmente sem poder falar, lousas ou quadros negros, como eram mais conhecidos cheios de tarefas, cópias, cópias e mais cópias...
A dinâmica é a palavra chave para qualquer bom professor. O professor que dinamiza as aulas com atividades diferenciadas atendendo a todos os alunos, a dinâmica de perceber as dificuldades e avanços de sua sala, para que possa cada vez mais traçar metas e objetivos em prol do desenvolvimntos de todos.
Hoje sem dúvida também temos dois diferenciais na educação, a Inclusão Digital e a Acessibilidade, que com muito investimento de políticas públicas poderão ser o "diferencial" da educação no nosso pais nesta década.
Muito se tem investido em projetos como ProInfo (Programa Nacional de Tecnologia Educacional) que é um programa educacional do MEC com o objetivo de promover o uso pedagógico da informática na rede pública de educação básica.
O programa leva às escolas computadores, recursos digitais e conteúdos educacionais. Em contrapartida, estados, Distrito Federal e municípios devem garantir a estrutura adequada para receber os laboratórios e capacitar os educadores para uso das máquinas e tecnologias, mas ainda falta qualificação tanto de profissionais ligados à area quanto dos nossos educadores, muitos deles analfabetos digitais ou engatinhando no assunto.
Recentemente, em novembro do ano passado, estive participando de um Seminário no Palácio do Itamaraty, "Crianças e Internet: desafios e oportunidades na sociedade da informação", onde o tema principal era a utilização da internet como ferramenta de apoio tanto às escolas, quanto às famílias e também a precupação dos governantes e ONGs tipo UNICEF, UNESCO, SAFERNET, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), ao uso da Internet por crianças e adolescentes. O seminário tinha por objetivo promover o debate sobre as oportunidades e riscos associados a este tema , bem como sobre as ações que podem ser adotadas para formulação da política externa brasileira sobre o tema e para as políticas públicas nacionais correspondentes.
Pude perceber que durante todo o seminário, muito se falou da educação, que cabe a nós educadores ensinarmos os alunos a se tornarem "cidadãos digitais", tentando assim fazer com que crianças e adolescentes possam aprender a utilizar a internet de maneira consciente combatendo também o crime de pedofilia que cresce absurdamente a cada dia. Mas, infelizmente , o que percebi também foram muitas pessoas de diversas áreas interessadas neste tema tão novo para nós: advogados, jornalistas, conselheiros tutelares, psicólogos, assistentes sociais, mas uma parcela mínima daqueles que foram mais citados durante o dia todo: O Educador! O que esperar, sendo que num seminário deste porte com diversos palestrantes estrangeiros, onde o principal alvo eram as crianças e adolescentes e os educadores ,não ter nenhum representante do Ministério da Educação? Eu, como muitos ali, tive a oportunidade de ouvir e refletir muito sobre tudo o que foi dito, participei espontaneamente, sem ajuda financeira de goverantes, do seminário pela qual fui convidada, sem a cobrança de estar sendo enviada por Prefeituras ou Diretorias de Ensino, como se fosse uma obrigação. Sinto, depois de ter tido esta oportunidade maravilhosa, voltar para casa sem poder compartilhar com meus colegas tudo o que vivenciei. Neste espaço estarei postando aos poucos todas a informações importantes que adquiri naquele momento.
Falta muito para nossos governantes municipais, estaduais e federais voltarem os olhos a nós, educadores, e perceber que o futuro está em nossas mãos, mas de Verdade! Não apenas em épocas de campanhas eleitorais!
Mas, acredito que nós da Escola de Gestores, estamos no caminho certo.
Abraços à todos!
O nosso papel de educador nos dias de hoje vão além daqueles em que nos "espelhamos" quando estávamos nos bancos escolares. Professor em pé andando pela sala, todos os alunos dispostos uma carteira atrás da outra, geralmente sem poder falar, lousas ou quadros negros, como eram mais conhecidos cheios de tarefas, cópias, cópias e mais cópias...
A dinâmica é a palavra chave para qualquer bom professor. O professor que dinamiza as aulas com atividades diferenciadas atendendo a todos os alunos, a dinâmica de perceber as dificuldades e avanços de sua sala, para que possa cada vez mais traçar metas e objetivos em prol do desenvolvimntos de todos.
Hoje sem dúvida também temos dois diferenciais na educação, a Inclusão Digital e a Acessibilidade, que com muito investimento de políticas públicas poderão ser o "diferencial" da educação no nosso pais nesta década.
Muito se tem investido em projetos como ProInfo (Programa Nacional de Tecnologia Educacional) que é um programa educacional do MEC com o objetivo de promover o uso pedagógico da informática na rede pública de educação básica.
O programa leva às escolas computadores, recursos digitais e conteúdos educacionais. Em contrapartida, estados, Distrito Federal e municípios devem garantir a estrutura adequada para receber os laboratórios e capacitar os educadores para uso das máquinas e tecnologias, mas ainda falta qualificação tanto de profissionais ligados à area quanto dos nossos educadores, muitos deles analfabetos digitais ou engatinhando no assunto.
Recentemente, em novembro do ano passado, estive participando de um Seminário no Palácio do Itamaraty, "Crianças e Internet: desafios e oportunidades na sociedade da informação", onde o tema principal era a utilização da internet como ferramenta de apoio tanto às escolas, quanto às famílias e também a precupação dos governantes e ONGs tipo UNICEF, UNESCO, SAFERNET, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), ao uso da Internet por crianças e adolescentes. O seminário tinha por objetivo promover o debate sobre as oportunidades e riscos associados a este tema , bem como sobre as ações que podem ser adotadas para formulação da política externa brasileira sobre o tema e para as políticas públicas nacionais correspondentes.
Pude perceber que durante todo o seminário, muito se falou da educação, que cabe a nós educadores ensinarmos os alunos a se tornarem "cidadãos digitais", tentando assim fazer com que crianças e adolescentes possam aprender a utilizar a internet de maneira consciente combatendo também o crime de pedofilia que cresce absurdamente a cada dia. Mas, infelizmente , o que percebi também foram muitas pessoas de diversas áreas interessadas neste tema tão novo para nós: advogados, jornalistas, conselheiros tutelares, psicólogos, assistentes sociais, mas uma parcela mínima daqueles que foram mais citados durante o dia todo: O Educador! O que esperar, sendo que num seminário deste porte com diversos palestrantes estrangeiros, onde o principal alvo eram as crianças e adolescentes e os educadores ,não ter nenhum representante do Ministério da Educação? Eu, como muitos ali, tive a oportunidade de ouvir e refletir muito sobre tudo o que foi dito, participei espontaneamente, sem ajuda financeira de goverantes, do seminário pela qual fui convidada, sem a cobrança de estar sendo enviada por Prefeituras ou Diretorias de Ensino, como se fosse uma obrigação. Sinto, depois de ter tido esta oportunidade maravilhosa, voltar para casa sem poder compartilhar com meus colegas tudo o que vivenciei. Neste espaço estarei postando aos poucos todas a informações importantes que adquiri naquele momento.
Falta muito para nossos governantes municipais, estaduais e federais voltarem os olhos a nós, educadores, e perceber que o futuro está em nossas mãos, mas de Verdade! Não apenas em épocas de campanhas eleitorais!
Mas, acredito que nós da Escola de Gestores, estamos no caminho certo.
Abraços à todos!
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